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Quinta-feira, 22 de Maio de 2008

PREFÁCIO DO RELATÓRIO DO PRODUTO FINAL DOS SURREALHUMANITY : UM REGRESSO ÀS ORIGENS ...

 SOLENIDADE DO CORPUS CHRISTI

 

 

 

 

 

OS SURREAL EM COMUNHÃO, DESDE OS PRIMÓRDIOS ...

 

 A PRIMEIRA ÚLTIMA CEIA : DIA 4 DE JUNHO ?

 

 

Olhando, em retrospectiva, todo o trabalho desenvolvido ao longo destes últimos meses, vem-nos à memória toda uma série de recordações surreais, com altos e baixos, mas, mais que tudo, reina, em nossas consciências, a sensação do dever cumprido.


Desde logo, sentimo-lo na defesa incondicional de um novo velho Humanismo, a erguer no seio de um mundo transfigurado pela voracidade dos múltiplos avanços tecnológicos, em que a vertigem capitalista glocal parece querer impor toda a sua unilateral hegemonia, atropelando, sem nenhum respingo de pudor, tradições e culturas milenares, com valores forjados nos recantos das maiores adversidades escritas pela pena da História.


Naturalmente que as urbes e as grandes metrópoles, quais epicentros inquisidores da dimensão rural amordaçados no calabouço do “ betão armado post-Frank Lloyd Wright ”, acabam por se assumir como os derradeiros redentores geográficos em que, com um mínimo de dignidade, ainda, é possível respirar o ar rarefeito – contudo, poluído pelos falsos dogmas que povoam a camada de ozono – da almejada felicidade humana : uma fome hipermétrope de consumo pelo consumo ; uma sede míope de novo pelo novo, em que o culto do instante mortal de prazer se sobrepõe ao mergulho no imortal do Eterno – eis, pois, o novo Baal maniqueísta da pós-modernidade vigente.

 

 

 
De modo que contemplando a sombra do Cristo de São João da Cruz, naquela belíssima tela de Salvador Dali doada à posteridade, fomos compreendendo qual a missão que nos estava destinada : a edificação de um novo velho Homem, para o século XXI, ainda nos seus alvores. Esculpi-lo, na massa informe da ditadura tecnocrata, exigia, da nossa parte, um vínculo estreito com a Educação : a Porta do Futuro. Trazê-lo, à ribalta da vida hodierna, requeria uma permeabilização vulnerável às ancestrais tendências da nossa Cultura ibérica, nacional e regional : a Chave da Porta do Futuro.


Foi deste modo singular que partimos em busca de novos velhos achados espirituais :
a redescoberta do Portugal europeu e o encontro com a Europa portuguesa.

 

 

 

 

Aos ombros de alguns dos nossos gigantescos poetas, procurámos um outro horizonte para fazer circum-navegar as nossas Catrinetas, tanto mais, posicionados nestas terras que um dia acolheram Viriato, o nosso mito vivificante : a concertação estratégica educativa e cultural – pensámos nós, na altura -, à escala regional, poderia muito bem vir a ser a panaceia beirã para as próximas décadas.


De facto, as razões que nos convidaram a levar este intento a bom porto viviam tocadas pela mais pura das carestias, mergulhadas numa espécie de absentismo volitivo, sonhado por alguns mas não desejado por ninguém, niilista, quanto ao conteúdo, e travestido de abutre geopolítico, quanto à forma.


A verdade é que, com ou sem conjunturas macroeconómicos favoráveis, o agudizar asfixiante, para não dizer asmático, do tecido produtivo beirão e, pior que tudo, das suas inócuas populações, continua a desfraldar ao sabor das correntes de circunstância, desprovido de qualquer sentido de missão intrahistória.

 

Os enormes défices de alfabetização e lacunas existentes ao nível da literacia teimam em manter-se arreigados, enquanto facciosos e obsoletos baluartes da vida diária, sem que, da parte dos superintendentes na matéria, tenha sido dado qualquer sinal sério de mudança. Efectivamente, têm abundado e proliferado múltiplas operações de cosmética, todavia, raras têm sido aquelas que poderemos rotular de verdadeiramente estruturantes.


Daí termos optado por voltar a centrar o debate em temáticas mais abrangentes e diversas, ricas em actualidade, sabendo nós das contrariedades e das prioridades políticas do momento presente. Corajosa ou pouco inteligente, remetemos os contornos finais da nossa decisão para a apreciação do futuro próximo, a quem de direito.

 

Fica, para já, a pairar no ar uma questão muito delicada : terão os jovens portugueses, de hoje, sensibilidade suficiente para ombrear com tomadas de posição política de proa, por parte de alguns dos actuais detentores do Executivo ?

 

 

Elevem-se, também, connosco. Teremos todo o gosto ,,,

 

Um fortíssimo abraço fraterno a todos, dos SurrealHumanity !

 

Sinto-me: PRE ... FEITO ... PER...FEITO
Publicado por $urrealHumanity às 12:27
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