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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

ENCERRAMENTO OFICIAL DAS ACTIVIDADES DO PRIMEIRO PERÍODO

 

 

 

 

 

 O PROJECTO DOS SURREAL ETAPA A ETAPA

 

            Procuraremos, em seguida, nortear este nosso esclarecimento – esperemos que possa vir a ser cabal – à Equipa Moderada do CCC que tem, desde o início, acompanhado cada um dos nossos pequenos passos, na prossecução convicta dos nossos intentos, bem como aos digníssimos Senhores Membros do Júri, particularmente, aos representantes do Ministério da Educação, pelo esquema apontado pela professora Manuela Matos Monteiro. Reportamo-nos, concretamente, à consulta cuidadosa que efectuámos, relativamente, às formas de calendarização e de roteiro sugeridas, ao longo das páginas 20, 21 e 22 – note-se bem, a este propósito, que foi o nosso Supervisor quem no-lo aconselhou vivamente, pelo que, nos estamos a referir ao Dossier de Professor.

            Posto isto e consumada a natural propedêutica deste tipo de metodologias, cabe-nos, agora, dar sequência efectiva à concretização da descrição de toda a nossa caminhada, tentando não descurar as linhas de orientação apontadas para o efeito.

 

            ETAPA I

* SELECÇÃO DO(S) TEMA(S)/PROBLEMA(S) DO PROJECTO

 

            Sob um tecto negocial, perfeitamente, democrático, os SurrealHumanity, desde o início, partiram em busca, após o forte incentivo deixado pelo nosso Professor, de potenciais temáticas, atractivas quanto ao seu inerente conteúdo (e forma, também), criativas no que diz respeito à pluralidade de perspectivas e manancial de possibilidades, mas que, de alguma forma, não subvertessem, no essencial, os princípios basilares previstos no documento Orientações, produzido pelo ME. Passados poucos dias, as reiteradas tertúlias e brainstormings tidos em conjunto, acabariam por ditar um lote de dez possíveis temáticas e/ou problemas. Foi, então, que encetámos várias conversações interessantes, em sala de aula, tendo contado com a presença do nosso acompanhante, com o objectivo de seleccionar aquele, ou aqueles temas, que melhor se enquadrariam no contexto realista das nossas preferências.

            Depois de alguns momentos menos proveitosos – na aparência - , em que parecia não querer sair fumo branco, um rasgo momentâneo de inspiração tomou conta do grupo e veio à luz uma ideia portentosa : com ousadia e alguma megalomania à mistura, idealizar um projecto muito mais abrangente e rico, que englobasse todas as demais propostas em debate – senão todas, pelo menos, a grande maioria delas.

            Bem vistas as coisas, tal cenário, sendo, inegavelmente, irmão gémeo da utopia, não deixa, porém, de ser uma solução bem conseguida, isto, na perspectiva dos critérios de selecção apontados : as opções vocacionais e as preferências pessoais estavam asseguradas – envolvidas estão áreas muito diversas, desde a arquitectura paisagista, até ao novo mundo das tecnologias de informação, aliás, muito em voga ; o indesmentível enriquecimento, quer ao nível dos saberes, quer das próprias competências, estaria, também ele, mais que assegurado à partida ; a articulação com o Projecto Educativo da Escola – cujo lema é “Ser e Saber”, não menosprezando o facto de constituirmos uma escola de matriz cristã – resultava na perfeição ; os recursos existentes, naquilo que podemos considerar como fundamentais, permitiriam, com o recurso a complementos adicionais, poder fazer-nos pensar na possibilidade da concretização de um produto específico.

            Sublinhamos, desde já, que esse produto, mais do foro imaterial, pelo menos por enquanto, envolvia um conceito inovador, claro está, de acordo com a leitura que fazemos da actual realidade mundial, europeia e, particularmente, nacional e regional. Tendo tomado conhecimento das ideias de Richard Florida e do nosso Professor António Câmara, só para darmos dois exemplos, intuímos, consensualmente, que se impunha ao grupo a singular tarefa de descortinar, nos meandros da actual conjuntura internacional e do espírito do momento presente pós-moderno, algo de radicalmente novo e portentosamente criativo. Foi, assim, que clarificámos os nossos intentos, até ao dia de hoje.

            Ainda no âmbito preambular, o próximo passo dado consistiu em, basicamente, olhar para dentro do grupo e procurar perceber se tal loucura tinha, ou não, pernas para andar. Naturalmente, tivemos de aprofundar, conjuntamente com o nosso Supervisor, as capacidades individuais de cada um de nós e analisar a nossa eventual complementaridade. Um elemento dispúnhamos, desde logo, a nosso favor : éramos já velhos conhecidos e sabíamos, mais coisa menos coisa, aquilo com que cada um poderia contar. As dúvidas tinham-se dissipado.

A ordem era clara : Missão Avançar. Foi o que acabámos por fazer…

            Não ficaríamos bem com a nossa acutilante consciência se, aqui, não confessássemos a profunda insistência do nosso professor, por diversas ocasiões, no sentido de nos interpelar para o elevado grau de exigência e de trabalho requeridos. Alguns possíveis entraves e algumas vicissitudes processuais foram rebatidos, sempre sob um plafond de grande optimismo e esperança ; e tudo parecia correr pelo melhor.

            Por esta altura, dado o enorme consenso e vontade de prosseguir com as nossas metas, entendemos oportuno comunicar ao nosso Director Pedagógico e ao nosso Delegado de Turma (no nosso caso, utilizamos a terminologia de Coordenador), a vontade expressa de podermos vir a inscrever-nos no vosso concurso, de amplitude nacional, não só continental como insular, também. O aval foi concedido, de imediato, e os apoios requeridos foram viabilizados.

            Por esses saudosos dias, enviámos o nosso primeiro mail, dirigido ao simpatiquíssimo amigo José Carlos Mota, manifestando-lhe o nosso desejo claro de ver formalizado o nosso pedido de inscrição. Entrementes, admitimos que procurámos protelar um pouco a nossa adesão, na medida que carecíamos de algum espaço de tempo que nos permitisse ver confirmadas as nossas suspeitas : a legitimidade de um cluster à escala regional. Decidimos, pois, abrir o nosso blog.

 

            Escolhemos um nome não muito vulgar, SurrealHumanity, e iniciámos a nossa participação a sério, no passado dia 16 de Outubro. Os dados estavam lançados …

 

 

ETAPA I I *

CONCEPÇÃO E ELABORAÇÃO DOS PROJECTOS

 

            Dadas as referidas circunstâncias, escolhido o tema de fundo, constituído o grupo e alcançado o consenso, em demarcado ambiente participativo, no momento apenas dispúnhamos de uma única opção : passar à fase da elaboração do projecto.

 

            Numa imemorável terça-feira de Outubro, o nosso Supervisor, bem documentado nas suas intervenções e muitíssimo discreto no acompanhamento ministrado, para surpresa de todos nós, colocou-nos em cima da mesa uma mapa recente de toda a Região Centro, mas como uma demarcação territorial, feita a marcador. Percebemos que nos estava a chamar a atenção, para que nos concentrássemos na Região da Beira Interior Sul, desde Belmonte e Sabugal até Castelo Branco e Rosmaninhal. O plano estratégico vertebrador do nosso projecto, em grande escala, estava, por conseguinte, mesmo à nossa frente; tão somente, faltava acertar e retocar alguns pormenores. Hoje, compreendemos aquele gesto meio inesperado do nosso incansável professor e amigo : aquele mapa fora providencial. Do ponto de vista pedagógico, parece-nos ter sido a atitude mais adequada, visto ter sido capaz de nos mobilizar, sem enveredar por requintados formalismos – aliás, nada aconselhados, no início da página 19, do rebatido Dossier. A sua intenção era, no fundo, criar o cenário ideal para fazer emergir, à linha do nosso horizonte, o desenvolvimento cadente e natural de todo o processo, em plataforma de lançamento.

 

            Por seu lado, havia chegado o momento de iniciar a animação do nosso blog a concurso. Conversámos bastante e reflectimos muito, no que concerne à sua estrutura e a toda a sua organização, quer em termos de forma, como de conteúdo. A nossa vida não estava, propriamente, facilitada. A desmesurada amplitude da temática, entretanto, já seleccionada, colocávamo-nos, a este nível, dificuldades conceptuais consideráveis, não resolúveis de ânimo leve.

            Procurámos, logo que nos foi possível, compreender qual a pretensa lógica de funcionalidade do blog, ainda que suspeitássemos de alguns aspectos. Num dos contactos via mail, deparámo-nos com uma definição meio alegórica, que ajudou imenso a fazer luz sobre aquele enevoado caos estrutural : tratava-se como que a “janela” da nossa casa, através da qual, no paulatino sucedâneo dos dias, cada um dos participantes – fazendo-se convidado – poderia ficar a conhecer a decoração, o design e o bom gosto (ou não) dos nossos próprios aposentos domiciliários. Como fazer isso, obviamente, cabia-nos a nós desvendar como, sendo criativos.

            De novo, envoltos em alguma neblina e penumbra conceptual, requisitámos os serviços do nosso Supervisor e, foi então, aí, que nos remeteu para a noção de Diário de Bordo. Nas páginas 78 e 79 do Dossier, pudemos constatar as vantagens de tal procedimento ; era equivalente, voltando a pegar na alegoria de há pouco, a uma boa arrumação da casa, carecendo de cuidados diários e, mais que tudo, personalizados. As vantagens mencionadas na página 79, fomo-las confirmando à medida que tal prática se foi tornando comum, para nós. Não obstante, o pesar dos prós e dos contra, as vantagens eram inegáveis, sobretudo, se conseguíssemos respeitar os quatro itens, acrescido de um quinto mais discreto, no fundo dessa página : uma desejada descrição rigorosa das actividades desenvolvidas, o respeito pelas referências requeridas (data, local e recursos), a descrição centrada nos aspectos essenciais e a inclusão de reflexões críticas e comentários significativos. Ao que, quase em jeito de adenda e complemento, se junta a importância a dar à apresentação e à forma do processo de redacção, isto sem, naturalmente, descurar e passamos a citar “(…)o cumprimento de prazos e o número de entradas são factores de valorização.”

            Tudo, de súbito, se havia clarificado. As ideias começaram, então, a surgir em catadupa. Demorou algum tempo até adquirirmos conhecimento pleno das múltiplas potencialidades dos blogs do Sapo, com as inerentes personalizações e formas de postar. O primeiro passo consistiu na realização do nosso primeiro vídeo, ao que designámos de Vídeo de Apresentação. Num dos locais de referência da Vila do Tortosendo, na Senhora dos Remédios, aliás padroeira da nossa escola, entendemos apostar num regime diferente, algo que desse voz ao apodo surreal.

            Posteriormente, sentimos necessidade de acertar ponteiros e arrepiar caminho ; em boa verdade, muito trabalho tínhamos pela frente (e ainda temos, como é evidente). Percebemos que urgia fazer uma pausa para reflexão conjunta. Havíamos, pois, chegado a outro novelo de múltiplas possibilidades, na aparência, sem nada de relevante em comum. E, mais uma vez, o professor que, amável e pacientemente, nos tem acompanhado, desde a primeira hora, nestas lides laborais, foi quem nos ajudou a pôr água na fervura deste caldo incandescente de ideias e mais ideias : solicitou-nos um ponto de situação e um regresso às origens. E, ao olharmos para o modo como tudo veio a lume, não pudemos deixar de nos confrontar com as nossas trajectórias individuais e as qualidades específicas de cada um de nós : a Teresa,  – fica bem começarmos pelas senhoras, tanto mais que é a única no grupo – dada a sua grande capacidade de perseverança e de enorme paciência, com as suas reconhecidas qualidades no domínio da Língua Portuguesa, - tanto oralmente, como por escrito - teria de assumir a “pasta” da redacção de textos, reflexões, ensaios, notícias, entrevistas, posts e diários de bordo ; o Fábio Barata, com a sua notável destreza no campo das novas tecnologias da informação e da comunicação, ficaria com a tutela da animação e personalização regular do blog a concurso, nomeadamente, com a exploração de novo software a canalizar para os nossos fins ; o João Nuno, com um arguto espírito para o mundo das artes, quer do desenho, da pintura ou mesmo pela sensibilidade arquitectónica, ficaria a seu cargo com o ministério da fotografia, do vídeo, do slideshow, do desenho e da pintura ; o Samuel, por seu lado, dadas as suas qualidades de orador e de apurado sentido de pesquisa, passaria a vestir a pele do “nosso Indiana Jones”, o arqueólogo por excelência do colectivo ; por último, o Ruben, visivelmente multifacetado e polivalente, iria vestir a pele do conhecido “tapa-buracos” – sem qualquer conotação pejorativa, obviamente -, funcionando como ponte de entreajuda entre os seus vários colegas.

            O trilho estava, portanto, traçado. Faltava, contudo, apurar a estrutura e aferir metodologias diversas e variadas, tendo em vista as metas traçadas. O nosso professor sugeriu-nos, outra vez, para que procurássemos nortear a nossa caminhada a partir de alguns pontos de passagem obrigatórios : os nove itens previstos na página 16 do Dossier.

  

            Seguindo, escrupulosamente, a ordem proposta :

 

            Ponto 1. Identificámos o produto final : a criação de uma cidade universitária de âmbito europeu e a de um shopping cultural, em formato maquette, os dois pólos da Nova Cidade da Cultural Global, em torno dos quais gravitaria uma Escola Filológica de Tradutores, uma Biblioteca Digital e uma Delegação do Departamento da Pastoral Juvenil da Guarda.

 

            Ponto 2. Procedemos, informalmente, ao levantamento dos recursos materiais e humanos necessários à consecução do projecto : câmaras fotográficas digitais, câmaras de vídeo, computadores portáteis, Internet disponível na escola e em casa, correios electrónicos e contas abertas em regime de funcionalidade, material de desenho, livros, revistas e jornais, alguns contactos e conhecimentos, algum software especializado – nomeadamente, programas de arquitectura -, cartolinas, apoio logístico no nosso estabelecimento de ensino, aval da Direcção, abertura de canais diplomáticos com as instâncias do poder local, aproximação aos media de referência da região, tentativa de granjear o apadrinhamento de alguma ilustre personalidade ou figura pública que pudesse servir de alavanca de divulgação dos nossos intentos, autorizações expressas, nomeadamente, dos respectivos encarregados de educação, apoios efectivos em termos de custos e transportes, e muitas outras iniciativas criativas, tendencialmente, mobilizadoras da comunidade envolvente.

 

            Ponto 3. Reconhecemos e identificámos os saberes necessários à realização do projecto, a materializar sob a forma de um produto : uma vasta e ampla cultura literária, desde a História das Mentalidades, passando pelas novas descobertas da Genética e da Física, até aos grandes estetas, estrategas e visionários da nossa Humanidade ; alguns conhecimentos relativos ao tecido económico e produtivo dos demais sectores da sociedade e às novas tendências do mundo artístico, mormente, da Arquitectura. Tudo posto ao serviço de uma intensa pesquisa, com o intuito de aprofundar a realidade de uma região – a Beira Interior Sul – nos seus mais variados domínios. A este propósito, só temos a agradecer, à equipa do CCC, a publicação de um modelo de Grelha de Programação para o estudo das nossas cidades e vilas, salvo erro, datado de 19 de Outubro último.

 

            Ponto 4. A especificação clara dos objectivos gerais em objectivos parcelares :

no nosso caso, julgámos sensato e adequado delinear um conjunto de quatro grandes objectivos de fundo : a edificação da cidade universitária, a construção do novo shopping cultural e das suas imediações e acessibilidades, a formalização da nossa Delegação da DPJG e a hierarquização de um intricado sistema inovador de redes e de nichos, por sua vez, também ele, em rede. O blog, o póster e o relatório final constituirão as principais referências e veículos de comunicação destas realidades, no decorrer deste ano lectivo. Plausível, também, seria produzir um arquivo multimedia alusivo a toda a esta vasta região, que poderia servir, entre outras coisas, os interesses turísticos da nossa zona. No que à correspondente diluição em objectivos parcelares se refere, por questões que se prendem com as actuais limitações de tempo, tão somente, por ora, nos caberá, em moldes algorítmicos, centrar em cada um dos objectivos específicos já divulgados, sem descurar a imperiosa visão de conjunto de todo este gigantesco aparato.

 

            Pontos 5/6. A explicitação das fases do trabalho, das tarefas e dos recursos exigíveis e a calendarização e planificação do trabalho : em traços muito gerais e igualmente simplistas, convirá, apenas, dizer que nos nossos diários de bordo e múltiplos posts, tal informação se encontra disponível a todos quantos quiserem aceder-lhe. Em relação às fases e calendarização associada, os Surreal, num dos seus recentes posts, deste mês de Dezembro, já tornaram público o seu parecer.

 

            Ponto 7. A divisão de tarefas pelos elementos do grupo : já, aqui, foi comentada. Acrescente-se, já agora, dentro deste quadro, que o Fábio e o Samuel, seguidos de todos os outros, consideraram essencial equacionar a nossa expansão na Rede, tendo criado, para o efeito, um sítio próprio em regime de hiperligação.

Pelo que o blog, muito em breve, poderá contar com cerca de 150 posts, num tempo que ronda os dois meses de trabalho de animação regular, alcançando um pleno na sua cobertura diária, incluindo os sábados, domingos, feriados e dias previstos pelo Calendário Litúrgico.

 

            Ponto 8.  A preocupação com a fundamentação técnica e científica das opções tomadas: para tal, basta ter a preocupação de enveredar por uma pesquisa bem estruturada e respeitar os direitos de autor, recorrendo a referências bibliográficas e citações integradas num todo, devidamente, personalizado. Neste quadro, remeteríamos ao estimado Júri para algumas das nossas reflexões e ensaios por nós produzidos, em diversas ocasiões.

 

            Ponto 9. A previsão dos orçamentos, em género de estimativa : da parte que nos toca, é, a este nível em que nos encontramos, impensável – diríamos, mesmo, impossível – ponderar sequer a hipótese de apresentar números fidedignos, isto no caso de tal colosso poder vir a ser aceite pelas entidades competentes. A credibilidade de qualquer orçamento que pudéssemos, agora, viabilizar, cairia por terra no mais profundo ridículo e acabaria por impor uma série de sucessivos orçamentos rectificativos inalienáveis. A título de desfecho, podemos, no entanto, adiantar que, até ao momento, os custos do processo envolvem montantes, quase, irrisórios. E não se prevê que grandes mudanças, a esse nível, possam acontecer.

 

 

ETAPA III *

EXECUÇÃO SUSTENTADA DO PROJECTO

/ REALIZAÇÃO DO PRODUTO FINAL

 

            Ficará agendada, desde já, para o segundo período lectivo, a partir de Janeiro próximo e decorrerá, se tudo correr como planeado, até Abril de 2008, altura em que esperamos ter já preparado o nosso Póster. Por estes dias, a parte sul do distrito de Castelo Branco será o alvo de prospecção de informação relevante.

 

            Seja como for, é conveniente sublinhar que já encetámos alguns esforços neste sentido, nomeadamente, no trabalho de campo a desenvolver ; é que, dadas as dimensões do projecto, seria bom conseguir uns ganhos adicionais de precioso tempo.

 

 

 

ETAPA IV *

APRESENTAÇÃO PÚBLICA

DO PRODUTO FINAL E DO RELATÓRIO

 

            Os SurrealHumanity, tal como sugerido nos documentos de orientação, já amplamente, comentados no decurso deste post, nos meses de Abril e de Maio do próximo ano, obviamente, procurarão ir ao encontro das recomendações, designadamente, na preparação minuciosa e cuidada da apresentação final e do acautelamento do produto a garantir, em termos de futuro.

 

Será de bom grado, ler atentamente as páginas 96 a 103, do referido Dossier, neste particular âmbito.

 

 

            Recordaríamos, para pôr termo a este nosso comunicado que já publicámos, na semana passada (ver página 20), o nosso grupo já apresentou o seu esboço do desenvolvimento do projecto com a calendarização das tarefas, à qual justapusemos um relatório descritivo e de complemento. Ficou, apenas, pendente, para esta última semana, a questão, sempre importante, da avaliação, quer auto-avaliação, quer heteroavaliação. Num dos próximos posts, divulgaremos, de forma criativa, estes dados, como também, daremos a conhecer aqueles que consideramos serem os melhores blogs, neste momento – esperamos não ferir susceptibilidades, tudo se processa numa toada pedagógica e de boa fé.

 

 

            Venham ver a nossa Galeria EXPOST150. Temos um pouco de tudo. Aceitamos, de bom grado, toda e qualquer sugestão e recomendação que queiram fazer-nos. Acreditem, o nosso projecto está mesmo muito à frente. Nós adoramo-lo, sinceramente. Com tal motivação dá gosto trabalhar …

 

 Bem hajam, CCC e digníssimos Membros do Júri nomeado,

aceitem os nossos votos SURREAIS de um felicíssimo  Natal de 2007 e  um próspero e agradabilíssimo ano de 2008.

 

     Recuperem essas forças …

     Voltaremos, se o Menino quiser, a ver-nos em 2008 …

 

 

BLOGUE : http://surrealhumanity.blogs.sapo.pt

 

E 

 

SÍTIO DA REDE : http://surrealhumanityxxi.no.sapo.pt .

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Publicado por $urrealHumanity às 13:04
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