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Segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007

CARTA DE NATAL AOS MEUS ESTIMADOS ALUNOS E AMIGOS CRIATIVOS E SURREAIS

         

         ACEITAI A MINHA MÃO AMIGA, NESTE DIA TÃO ESPECIAL ...

Queridos e estimados alunos,

 

venho, tão somente, lembrar-vos de que não me esqueci de vós, na mais humana das quadras festivas; aliás, bem vistas as coisas, tal seria, não só, indesejável, como também, impossível da minha parte.

 

Quero que saibais, de novo, o quanto vos prezo e o quanto desejo recordar-vos a enorme esperança que continuo a depositar na vossa bondade, - que, em cada momento e em cada aula, vejo, alegremente, transparecer nos vossos rostos – afinal de contas, vós, há três a esta parte, fazeis parte do meu Natal. A verdade é que tendes conseguido reavivar, em cada sorriso e em cada sim sincero que decidis ofertar-me, a minha mais doce infância. Convosco, a meu lado, não tenho a menor vontade de deixar-me corromper-me pelos falaciosos prazeres e fúteis tentações mundanas, tão céleres, quanto passageiras e efémeras.

 

Houve um dia, mantenho-o, aliás, bem vivo e desperto no recanto, que mais prezo, da minha memória, que decidi rasgar a túnica da minha alma, para, assim, vos poder oferecê-la. Desconheço, a fundo, as razões dessa minha decisão; todavia, decidi fazê-lo e, podem estar certos, de que nunca me arrependi de o ter feito.

 

Não obstante, por vezes, não consigo deixar de me interrogar quanto ao testemunho e ao legado, que sempre procurei deixar-vos e, confesso-o, na minha mais ingénua sinceridade, dias houve, em que me perguntei se alguma coisa de útil vos tinha conseguido transmitir ou doar, gratuitamente. Talvez, não tenha conseguido mostrar-vos o quanto significais para mim ; talvez, seja demasiado perfeccionista e defensor de um mundo mais justo e verdadeiro, entre os homens ; talvez, não tenha sido capaz de gostar de vocês tal qual desejaríeis ; talvez, a cegueira dos meus enganos e desvarios, pelo mundo das Ideias, não me tenha deixado enxergar a beleza das vossas almas ; talvez, não tenha sido capaz de vos ver, fraternalmente, como irmãos de sangue …

 

Sim, porque é, simplesmente, isso que representais : considero-vos, para bem ou para o mal, meus irmãos de sangue. Se considerais esta realidade, como uma insana loucura, ficai sabendo que, da parte que me cabe no desfecho desta história, tal não sucederá nunca.

 

Com este concurso CCC, depois da Peça Teatral, em homenagem a João Paulo II e do Projecto de Natal 2006, e de todos os seus fracassados intentos, roguei aos Céus para que, este ano, vos deixasse algo mais, que migalhas de nada : quis doar-vos o meu mundo, aquele lugar-chave onde podereis entrar nos recantos da minha alma. É, para isto, que servem os irmãos : fiéis, amigos, devotos, encorajadores e juntos, até ao fim.

 

Este é o sonho mais criativo que, enquanto insignificante professor vosso que fui e sou, encontrei para vos dar, na esperança de vos rasgar um pequeno sorriso de eternidade. Por certo, gostar de vós como gosto, não é algo que possa ser banalizado. Desde já vos digo que fico à vossa espera, no desejo sincero de aceitardes ser parte integrante da minha humilde família ; e, assim, em cada ano, nos podermos voltar a reencontrar, sempre, como irmãos.

 

Quero que saibais da minha inteira disponibilidade, para aquilo que der e vier ; de outro modo, tal mensagem não passaria de uma ilusão e de uma tremenda mentira. Mas, amigos, não é disso que se trata.

 

Quero, hoje e aqui, pedir-vos desculpas pelos meus desenganos e parcas desventuras ; quero, também, pedir-vos para que perdoeis os meus erros, os meus orgulhos e os meus egoísmos mais incrédulos. Se, por acaso, o sentimento que por vós nutro, não é recíproco, permanecei na certeza de que, do meu lado, nada mudará : continuarei a querer ver-vos e respeitar-vos, da mesma forma.

 

Venho rogar-vos para que encontreis o vosso caminho. Sei que, dentro de pouco tempo, tereis de partir para outras andanças, que a vida acabará por vos impor. Sei, por isso, que não terei a ocasião, nem a honra, nem a sorte de voltar a poder encontrar-vos todos os dias, como nos últimos tempos. Só sei que continuarei a estar ao vosso lado, se assim o desejardes, como irmão que vos decidiu, um dia, respeitar a sério na vossa mais profunda dignidade. Este é o Natal de 2008 que tenho para vos desejar : o vosso, espero eu, primeiro Natal Surreal.

 

Por Amor de Deus, aprendei a ser felizes…

Se não conseguirdes, é porque falhei para convosco …

 

Desejo-vos, do coração. o Natal mais humano e feliz que puderdes ter … Como Presente humilde, como eu, deixo-vos o nosso Post n160.

 

O Vosso Professor

Sinto-me: SURREAL & HUMANO A VALER !
Publicado por $urrealHumanity às 15:28
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