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Quarta-feira, 30 de Janeiro de 2008

MEGACONSTRUÇÕES DOS SURREAL : UMA REALIDADE UTÓPICA OU, TALVEZ MELHOR, UMA UTOPIA REAL ?...

 AS NOSSAS PROPOSTAS CARNAVALESCAS

 

NÃO SABES ONDE MORA A UTOPIA DA ORDEM DO DIA ?

 VEM AO NOSSO ENCONTRO ! BASTA CAMINHARES PELA  A23 !

 

 

 

 

2.3.ENQUADRAMENTO DA NOSSA REALIDADE

NO QUADRO JÁ DELINEADO

 

 

 No nosso caso, dada a localização geográfica específica onde nos encontramos – Região da Beira Interior Sul, em concreto, na Vila do Tortosendo, no Concelho da Covilhã e Distrito de Castelo Branco -, consideravelmente, afastada das grandes metrópoles da faixa costeira litoral, equacionámos outra via mais elaborada, não sabemos se mais megalómana, se mais sensata, que nos permitisse resolver uma série de limitações e de problemas diagnosticados em sede própria :

a criação de um projecto educacional e cultural pluridimensional, com implicações económico-financeiras, políticas e sociais de grande dimensão e impacto, que conseguisse unificar e harmonizar toda esta área territorial, com potencialidades de índole diversa, - não obstante, subaproveitadas, em grande parte, devido a algum isolamento - em torno de uma revolucionária Cidade Universitária Intercultural e Supranacional Europeia – que considerámos oportuno designar de Utopocidade.

 

                                             COMISSÃO DE COORDENAÇÃO E

                                   DESENVOLVIMENTO REGIONAL DO CENTRO

 

 A avaliar pelos estudos demográficos mais recentes, a nossa área territorial estaria votada à desertificação e ao desenraizamento das populações locais, sobretudo, as mais jovens, pelo que esta recém-nascida sur-realitée passaria a conferir-lhe um papel inovador, no quadro nacional, ibérico e, mesmo, europeu, sem desrespeitar toda a sua longa história, nem tão pouco subestimar todo o incalculável legado das suas gentes ; e atribuindo-lhe, em simultâneo, o novo estatuto de Primeira Utopotrópole Europeia.

 

                     INTERREG III C * NOVOS DESENVOLVIMENTOS 2008 

 

 

Sem rodeios de maior, atrevemo-nos, no imediato, a propor às várias instituições europeias e instâncias próprias – nomeadamente, à Comissão Europeia e ao Parlamento Europeuo estudo da viabilidade de um eventual alargamento desta nossa ideia, a levar a mais seis outras cidades europeias ; sitiando uma por Estado-Membro, precisamente, em regiões caídas em gradual depauperamento, com condições idênticas ou muito próximas daquelas que integram o presente estudo de âmbito regional.

                        PALAVRAS EM PROLE DE UM MUNDO MELHOR !

 

 

Tal sucedâneo acabaria, invariavelmente, por levar, a médio e longo prazo, à elaboração de um projecto educativo europeu de dimensão invulgar que, de alguma forma, se assumisse como o garante estrutural para as futuras gerações europeias. De início, partiria da cúpula universitária ; para, depois, se ir estendendo, pouco a pouco : primeiro, ao ensino pré-universitário – ensino secundário -, seguido do ensino básico ; e só, posteriormente, primário – neste último caso, com contornos muito peculiares.

 

A ideia chave dos nossos intentos consiste em edificar toda uma rede regional de cinco espaços autónomos, com funcionalidades próprias e diversas, articulados sob uma mais ampla dinâmica de fundo, pensados, intencionalmente, para preencher algumas lacunas existentes, nas respectivas áreas de incidência mais funcionais. A nossa ideia sur-réel é procurar transfigurar esta vasta área territorial, numa espécie de planisfério poligonal, quando visto do espaço, por imagem satélite ; no fundo, um pouco na esteira da visão do conceituado geólogo Bullard, tal qual os cinco continentes fossem, gradualmente, se aproximando uns dos outros.

 

 

               

             PRIMEIRO ESPAÇO AUTÓNOMO : A EUROPA

 

              O núcleo desta utopotrópole seria, obviamente, a Cidade Universitária, ladeada pelo seu Magnus Campus Polis, a sitiar na Quinta da Torre, que acolheria, todos os anos, 21195 alunos oriundos de toda a actual Zona UE a 27, com o objectivo de perpetuar o projecto dos mentores Jean Monnet et al ; claro está, rumo a um, ainda incógnito, modelo político post-nacional, no qual seja possível encaixar um outro conceito de cidadania europeia.  

 

Teria a forma do actual mapa da Europa, em formato poligonal, com especial enfoque nos países da UE : os países fora da alçada da União, corresponderiam às zonas para instalação de infra-estruturas de suporte : residenciais, hotéis, restaurantes, bares, espaços de lazer, zonas de habitação, etc.

Preenchendo o topo do novo sistema hierárquico de ensino e de formação, este conceito de utopotrópole, passaria a funcionar como centro de gravidade de todo o sistema universitário europeu, em torno do qual orbitariam todas as demais universidades consignadas, isto num reticulado desenhado ao milímetro.

 

Por decisão cimeira da futura União, esta arrojada rede centraria as suas atenções, como que se antecipando, nas grandes áreas de intervenção científica e tecnológica dos tempos vindouros, sempre, no pleno respeito pela vertente humanista e personalista, indissociável da nossa perspectiva conjunta :

a luta pela liderança na corrida ao espaço interstelar ;

a defesa acérrima do primado de uma outra ética, no porvir das realidades despoletadas pelo mundo da genética ;

a afirmação da figura do Sujeito  – tantas vezes, rebatido por Alain Tourraine - graças à muleta da Arte, designadamente, da Literatura, na tentativa de edificar baluartes sólidos, no lugar de areias movediças, que sejam capazes de suportar a derrocada, presumivelmente, imposta pela emergência da “máquina inteligente do Novo Mundo da Inteligência Artificial ”;

a premente investigação séria na área das energias renováveis, sustentáveis e limpas, em especial, transpondo a barreira dos combustíveis fósseis e contribuindo, significativamente, para a redução das emissões de dióxido de carbono, para a atmosfera ;

a prossecução do intento da união das diferentes religiões e civilizações, particularmente, em matéria de ecumenismo, na certeza da descoberta de pontos de contacto realistas, passíveis de garantir a paz e a desejada via de progresso;

a fortíssima aposta na formação de quadros de excelência, no âmbito das Novas Tecnologias da Informação e da Comunicação, absolutamente, decisivas para o próprio funcionamento do tecido económico, empresarial e político, sem descurar a modalidade de e-learning, no campo da educação e da formação.

 

 

 

 

SEGUNDO ESPAÇO AUTÓNOMO : A AMÉRICA DO NORTE E DO SUL

 

 

Junto à cidade do Sabugal, próximo de Alagoas, ficaria a Escola Filológica de Literatura e de Tradutores, com o seu Castelo Transepocal,

- uma portentosa mescla de estilos arquitectónicos : helénico, romano, bizantino, românico, com forte ênfase no gótico, barroco, neoclássico e surrealista - qual livro de história de arte, a desembocar nas novas formas emergentes futuristas, com a sua Imprensa GuttenIceBerg, para publicação do semanário Inform27Europ, e o seu Parque NeoGótico, palco de espectáculos neomedievais ao ar livre com demarcado circuito pedonal e em ciclovia, especialmente, desenhada para o efeito.Toda esta zona, em conjunto com as suas imediações, vestiria o papel de América do Norte. Espera-se, neste matéria, tão grata à nossa trajectória conjunta, que Portugal possa ter uma palavra especial a dizer, na paulatina construção da Identidade Cultural Europeia.

 

Relativamente próximo da cidade-núcleo, mais concretamente, junto à Cidade de Penamacor, a nossa aposta dirigir-se-ia, desta vez, para a construção de uma Biblioteca Digital ultramoderna, de dupla funcionalidade, monitorizada por uma teia de redes digitais de acesso prioritário, a velocidades e a custos optimizados. Teria a forma de um livro gigante, cujas páginas estariam associadas a secções temáticas, com pontes mirabolantes e com um elevador vítreo, a confundir-se com a dupla hélice de DNA, de Watson e Crick ; e de um porta-CD, igualmente, de grandes proporções, unido por um inimaginável cordão umbilical – na realidade, um espaço para exposição de pinturas, esculturas e fotografais surrealistas - muito semelhante a um OVNI, em jeito futurista, como zona de arquivos digitais. No caso, representaria a América do Sul.

 

Sinto-me: ESTUPEFACTO, DE FACTO ! ...
Publicado por $urrealHumanity às 00:01
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