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Domingo, 20 de Abril de 2008

SURPRESA SURREAL AO CONCURSO BIBLIOFILMES * ENSAIO NA WIKIPÉDIA . ORG VERSÃO PORTUGUESA ** PARTE III

 

 O TRIUNVIRATO DO QUINTO IMPÉRIO PORTUGUÊS

 

 

 

                                    PARTE III

A título de resenha, lembramos, aqui, a portentosa Refundação da Lusitânia, patenteada por Alexandre Herculano e Almeida Garrett, membros honorários da Primeira Geração Romântica Nacional - a quem muito ficamos a dever - neste rectângulo à beira-mar plantado, totalmente, desfocado das enciclopédicas Lumières e sorridentes correntes doutrinárias liberais emergentes, focalizadas, continuamente, por um espaço projectivo hexagonal, no qual, o Rei Cristianíssimo, tudo fez para ofuscar o brilho do Sol.

Recordamos, também, na continuidade destes ilustres, a notável figura de Antero de Quental, com o seu inesquecível e certeiro vaticínio: segundo ele, Portugal, teria de procurar reencontrar-se consigo mesmo, por meio de toda a sua espontânea essência crístico-mariana; porque não, doando-se, desinteressadamente, por intercessão de um majestoso “Te Deum, como Santo Hilário de Poitiers bem apreciaria – estamos, disso, absolutamente, convencidos.

 

Vendo com sobranceira astúcia e clareza, Antero – legítimo perfilhado da Geração de Setenta - sabia bem do que se tratava: em causa estava a tão apregoada “Terra de Santa Maria”, aquela melindrosa migalha de Infinito pascaliano, que faz do Adeus de Belém, a prometida “Ressurreição dos mortos e a Fé no Mundo que há-de vir”, id est, um contrito e sincero Credo in unum Deum”. Entendia que, se o Cristianismo fora, no mundo antigo, a revolução perfeita, faltava, porém, ao nosso país daqueles dias, pôr em marcha a sua própria vaga de mobilização reformadora: o primitivo e transnacional Cristianismo do Mundo Moderno.

 

Queremos acreditar, não tenha sido este, ainda recente, simulacro de uma colheita de Cravos, cujo intenso perfume a liberdade, se putrefaz corrompido em mil paradoxos, dia trás dia; que, muito provavelmente, a sua vontade possa ter sido antecipar o volte-face, de timbre pastoril, ditado pela, mais que verosímil, Luz cintilante de Fátima - o Egrégio Bastião, com reconhecidas provas dadas, acolhedor de todos os ensanguentados bolcheviques e tolerante para com os marginalizados dissidentes, filhos adoptivos de uma putativa Perestroika.

 

Conjecturamos, neste âmbito e sem pretensas frivolidades, uma relação diacrónica e casuística, com o nosso melhor sucessor de Petrarca: a Missão Apostólica, de que nascemos embutidos, supõe, do ponto de vista cosmológico, até, uma escalada de estórias, em direcção ao supremo coroar de todo o proselitismo, embebido em sangue humano, que constitui o local privilegiado de encontro, entre a Nossa Memória e a do Mundo; humildemente, consumado com a argamassa do Amor, como sucedera com o Apóstolo Tomé, na Aparição do Mestre dos mestres.

 

Tal como o Anjo Tutelar da Pátria, Luís Vaz de Camões, – refém de um cego tirocínio - tal qual o Padre António Vieira - acérrimo devoto da Societas Iesu e letrado pescador de homens - e Fernando Pessoa, – com o seu Eu, em compasso quaternário, em perfeita harmonia com as Quatro Estações de Vivaldi, especulamos nós : “Grécia, Roma, Cristandade, Europa – os quatro se vão para onde vai toda idade- almejamos construir, também nós, sob a Cruz em chagas dos Cinco Escudetes, bordados a ouro pelo esplendor de Dom João V e soltos ao vento pelo Perpetuum Mobile da Esfera Armilar - esposada por Dom Manuel, em requintadas transnúpcias -, o tão aguardado Quinto Império, sempre na vanguarda deste frenético cortejo chamado História Universal, cujas circunvalações cartográficas e toponímicas, só Fernão de Magalhães, soube descodificar para a posteridade, no seu deambular, de outrora, pelo temerário desconhecido.

 

Sinto-me: UM BIBL(I)O(T) LITERÁRIO ...
Publicado por $urrealHumanity às 00:05
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