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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

SURPRESA SURREAL AO CONCURSO BIBLIOFILMES * ENSAIO NA WIKIPÉDIA . ORG VERSÃO PORTUGUESA ** PARTE I

 

 

ENSAIO DOS SURREALHUMANITY EM FORMATO HIPERTEXTO

SURPRESA (SUR)REAL AO CONCURSO BIBLIOFILMES

"Cidades Criativas,  a Alma Mater “sur-réel”

de uma Aldeia Global chamada Humanitas"

 

 

  Caríssimos e venerados cibernautas,

 

imbuídos de um enorme espírito de satisfação, considerámos sensato, enquanto grupo de alunos do Externato de Nossa Senhora dos Remédios, com a irreverência e o atrevimento - esperamos nos venham a ser proveitosos – próprios da nossa faixa etária, encetar esforços convergentes, com a máxima solenidade que nos aprouve, no sentido de tentar equacionar uma alternativa credível e viável, que fosse capaz de ir ao encontro do enorme desafio lançado, este ano e de forma absolutamente pioneira, pela Universidade de Aveiro – concretamente, pela sua Secção Autónoma de Ciências Sociais, Jurídicas e Políticas, em estreita parceria com a Associação Portuguesa de Planeadores do Território.

 

Dirigido a todos os estudantes portugueses que frequentam a Área Curricular Não Disciplinar de Área de Projecto, e tendo já recebido o cognome, por decisão cimeira, “Cidades Criativas”, este evento tem o particular mérito de criar um espaço público de debate - preferencialmente profícuo - junto das populações mais jovens e finalistas do ensino secundário, alusivo às soluções mais inovadoras, passíveis de povoar o futuro das nossas cidades; parte integrante desta recém-criada aldeia global, a cada dia que passa, cada vez mais, polvilhada por grandes Metrópoles e ilimitados Clusters.

O nosso desejo confesso é, manifestamente, poder vê-lo a alargar o seu raio de influência aos diversos agentes sociais, políticos, económicos e culturais da região, com a clara intenção de reforçar mecanismos institucionais, em regime de hiperligação : consolidando plataformas de entendimento entre as partes e ajudando a delinear sustentados cenários de convergência estratégica, no actual quadro geopolítico e autárquico, sem que, para tal, seja necessário mitigar os compromissos, já estabelecidos, pelos detentores da tutela.

De facto, tal concurso, apenas, pode esperar um cabal reconhecimento, por parte das escolas e respectivas instâncias do poder municipal, dada a sua inegável qualidade; quanto a nós, não nos restam dúvidas, consideramo-lo digno de menção honrosa e com direito a um destaque especial, uma muito séria prova de fogo à coesão e mobilidade territoriais.

 

Neste preciso contexto, não podemos deixar de correr o risco de assumir o tão difícil papel de representantes, mandatados pelos diversos grupos, já dados como participantes no evento, e enaltecer a coragem e a pertinência desta empolgante aventura, particularmente, numa altura, em que todos sentimos o país a atravessar uma fase conjuntural, tendencialmente, gravosa. Quanto ao conterrâneo de maior renome, Zé Povinho, - sitiado na Cidade de Rafael, Concelho de Bordalo e Distrito de Pinheiro - inconsolado bode expiatório das milimétricas regras econométricas, tudo continua a resolver-se com um bem apertado e gratuito, cinto franciscano, – sendo que o termo técnico comummente usado tenha vindo a ser, deficit das contas públicas - fazendo-nos querer crer que tal garrote, colocado por mãos invisíveis e destemidas, um dia, certamente num cenário offshore à la Tchaikovsky, - em jeito de Lago dos Cisnes, onde se pavoneiam ruborizadas transacções de capitais - acorde transmutado em alquímico superávit, para todo o sempre, irradiando mais uma Opa de esperança, na alvorada de um amanhã que, hoje, começa já, infantilmente, a dar os seus primeiros passos.

 

Tratando-se de mais uma Utopia, tanto melhor. Bem-vinda seja à sua, e também nossa, Existência.

A verdade é que Thomas More continua vivo na sua Ilha, fiel aos seus princípios, para pouca sorte dos pretensos mercantilistas da agrimensura bolsista; há mesmo quem afirme, tranquilo e à nossa espera, no auge profético da sua já longa carreira. Da parte da lendária personagem do Nobre Cavaleiro da Triste Figura, Dom Quixote de la Mancha, bastará lembrar os desvarios tidos, nos seus hirtos Moinhos de Vento e, reconhecer neles, o embrião in vitro dos novos aerogeradores eólicos, desfilando nas verdes passerelles da contemporaneidade paisagística, onde também, cada um de nós, poderá encontrar a sua doce e amada Dulcineia; tanto mais, que a Paixão, mesmo que ténue, sempre foi, e continuará a ser, um dos mais aguerridos afluentes da Esperança.

 

            

Sinto-me: UM AUTÊNTICO LIVRO ABERTO ...
Publicado por $urrealHumanity às 15:00
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